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Reassumindo o comando

19.04.2016

 foto: Juliana Mundim

Depois de um período de dificuldades, estou me sentindo novamente no meu próprio comando. Isso mesmo! E aprendi que as tristezas, sejam elas por quais motivos forem, são legítimas. Só não podemos nos entregar aos efeitos que elas provocam.

Vamos ver se deixo isso mais claro. 

Andei muito triste, desde o último post. Não sei bem o motivo. Acredito que foi mais uma das reações à medicação, por perceber que essa rotina de tratamento ainda tem algum tempo pela frente e porque meu corpo está um pouco mais cansado.

O aumento de peso me fez mal... Tem sido pior do que ficar careca (coisa que eu temia tanto, antes de raspar a cabeça). Tenho me sentido uma aspirante à dona Redonda! Isso me abalou, certamente!

Cheguei a ficar com uma dor no peito, daquela típica da angústia, sabe?

Bem, a última sexta passei de molho em casa, mais especificamente na cama. Fui tomada por um cansaço e por um sono, absurdos! sono daqueles que a gente não consegue ficar com os olhos abertos...

Ao fim do dia estava bem, muito descansada e com os pensamentos tão mais claros ao ponto de perceber que estava  a um passo de me deprimir.

Foi aí que pensei, Opa!!!!! isso não!!!! não posso deixar acontecer!

(Hoje é segunda-feira e enquanto  escrevo este post estou fazendo químio, acho que não chegarei ao fim porque o sono provocado por um antialérgico  potente 

está se instalando...)

Pra você ver como às vezes o melhor  é dar uma parada e colocar os pensamentos em ordem.

ZzZzZzzzzzz

Dito e feito! Dormi e só voltei ao blog hoje! rsss

Bom, sobre o que eu escrevia faltou dizer que decidi ficar no comando e optei pela alegria e pelo ânimo, mais uma vez! Afinal, eles tem sido fortes aliados!

 

​Sobre o livro que volto a ler hoje ( eu tinha abandonado a leitura também). Ele é bom para qualquer pessoa! Não precisa estar em tratamento de câncer, não. Trata-se de um médico que por voltas dos trinta anos descobre um tumor muito agressivo no cérebro e recebe do especialista a notícia que tem apenas oito meses de vida.

Pra resumir, ele não aceita e descobre que uma mudança drástica no modo de vida pode salvá-lo. 

Como cientista que é, foi buscar base científica para cada mudança e  apresenta as pesquisas que encontrou. São interessantíssimas e tudo numa linguagem simples e gostosa de se ler. Há quanto tempo começou tudo isso? Bem só posso dizer que ele viveu  vinte anos. Bem mais do que os oito meses previstos pelo especialista. ( Esta informação eu corrigi, havia escrito que ele ainda estava vivo! Ainda bem que a Cassiana Pizzaia me alertou)!!!

 

Com essa leitura, comprovei o que apenas intuía: nossos sentimentos influem sim sobre o câncer. A alimentação saudável proposta por minha nutricionista também. E muitas outras coisas que precisamos aprender para ter saúde. Tudo, claro, acompanhado dos tratamentos convencionais. Ele é muito responsável a respeito disso.

 

Acho que a foto não ficou muito boa, mas dá pra entender o texto.

Boa leitura pra quem se interessou e vamos em frente, sempre!

 

 

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