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Problemas podem acontecer, como a necrose de tecido.

13.01.2017

 

Claro que prefiro falar de coisas positivas, daquilo que dá certo... afinal, de más noticiais o mundo está cheio!!!

Pensei muito sobre o post de hoje...

Porém, a gente também precisa discutir questões difíceis, sérias, riscos existentes em algumas situações. Como é o caso de uma reconstrução mamária ter complicações.

 

Percebam que, minha intenção não é que esta seja uma discussão paralisante, daquelas que colocam medo na gente, a ponto de não sabermos se devemos seguir ou recuar. 

A ideia é tratar do tema para que as pessoas saibam que pode acontecer e, assim,  estejam mais preparadas.

 

 

Foi o que aconteceu com a Fabiana de Palma, de 36 anos. Ela já é bem conhecida dos leitores aqui do Blog, pois fez parte do Projeto Afagos - da minha querida perda direita, a Juliana Mundim.

 

A Fabi descobriu em 20015 que estava com câncer de mama. Fez mastectomia, quimioterapia e radioterapia. Há menos de um mês,  passou pela cirurgia de reconstrução de mama que, infelizmente, não deu certo. Teve de ser submetida a um novo procedimento, esta semana, para a remoção do tecido transplantado (acho que é assim que se diz...).

 

Pra entender melho como essas coisas acontecem, eu pedi (mais uma vez) ajuda ao Dr. Cleverton Spautz. Vejam como ele explicou: 

 

"Quando se faz reconstrução tardia (não no momento da mastectomia) o uso de protese isolada é limitado, principalmente após a radioterapia, pois a pele perde a elasticidade.

Nesta situação, faz-se uso de retalhos de pele e de músculo, que podem ser do abdômen ou da região dorsal (costas).
Dentre as complicações deste tipo de cirurgia, o sofrimento e perda do retalho é uma das mais importantes. Isso é causado por falha na vascularização do retalho, o que leva à necrose total ou parcial. 
Esta intercorrência não é previsível ou evitável ( é o chamado risco cirúrgico).
Claro que há fatores de risco tais como tabagismo, obesidade e cirurgias anteriores. Contudo, mesmo em mulheres sem nenhum fator de risco isso pode acontecer.
Quando ocorre, precisa-se retirar a área desvitalizada (com necrose), esperar cicatrizar para posteriormente reconstruir novamente".

 

A Fabi disse que não sentiu e não sente dor, apenas um desconforto. Além disso, entendeu a situação que, segundo ela, estava dentro dos 10% de risco de rejeição. Claro que ela ficou chateada, triste mesmo! e com toda razão, né?

A boa notícia é que, em dois ou três meses,  deve estar pronta para uma nova cirurgia de reconstrução. E ela já está bem animada com essa possibilidade.

 

Tá vendo, mulher "porreta" essa Fabiana, hein?!

 

Bem, além disso, quero contar que fui ao ortopedista! Ele pediu exames, mas tb desconfia que é muscular. As dores continuam e decidi não ir à academia esta semana. Tô sentindo um baita peso na consciência... e a falta dos exercícios.

 

Ah, e quem quiser contribuir com o Chapeleiro, por favor, agradeceremos muito!! Já estamos precisando de novas contribuições.

 

E quem quiser esclarecer dúvidas, mande a pergunta que vou atrás de descobrir a resposta, viu? 

Beijos e até o próximo post!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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