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CHÁ DE SUMIÇO

Sim, faz um longo tempo, eu sei!

Faz tempo que não me dedico a vir aqui, escrever sobre minha vida, tratamento, experiências...

O que poderia ter causado essa ausência? Acredito que vários foram os motivos.  Os compromissos do Outubro Rosa, mudança de endereço, trabalho... todos justificariam...

Mas, preciso confessar, andei recolhida. Eu, comigo mesma, sem muita vontade de dividir minhas histórias.

 

Por outro lado, estou me reencontrando. Após muitos anos sendo esposa, mãe, profissional, dona de casa, amiga, vizinha, filha, irmã, tia, paciente... estou vivendo momentos de Vanusa. Rssss

Horas e horas a fio sem dizer uma palavra, num profundo mergulho em mim. Sim, continuo sendo a maior parte das coisas que listei acima. Mas estou tendo  mais tempo pra mim, uma oportunidade de reencontrar minha essência. 

 

foto do meu amigo Vinícius Sgarbe no pré-lançamento do filme "De repente uma família", a convite da #adoçãoconsciente e da #paramount

 

Depois de vinte anos, estou morando sozinha. Ou melhor, eu e o Buddy ( que me leva todos os dias pra passear)!

Neste momento, estou ouvindo o som dos grilos lá fora. Apesar de hoje, meu caçula ter vindo dormir aqui, neste exato momento, estou só.

Gosto de conversar comigo, sabe? Gosto de festa, gosto do agito da família reunida, mas também aprecio o silêncio.

 

Acho que não escrevi, durante as últimas, semanas porque  precisava destes momentos de intimidade e troca de confidências interiores.  Eu recomendo isso.

Não, não é pra sair de casa e morar sozinha, não é isso! rsss

Recomendo que cada um  tenha momentos a sós, para  mergulhar dentro  do próprio eu.

 

Não se trata de ficar chorando pelo passado, que não volta, ou ficar se escondendo, com medo do futuro. Trata-se de saborear o agora, do jeito que ele chega. Considerar os erros como aprendizados e os acertos como experiências de construção desses seres inacabados, que somos!

 

Hoje é só isso que tenho para dividir com vocês! Mas no próximo post, prometo falar menos de mim e tocar numa estatística que me assustou: o câncer de mama abaixo dos 40 anos! Fiquei estarrecida com os números!

 

 

 

 

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